O Petrolina Social Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Petrolina, no Estado de Pernambuco. O clube participou a primeira vez da primeira divisão em 2002. O seu principal rival é o 1º de Maio Esporte Clube da mesma cidade.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2001
Petrolina
O Petrolina Social Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Petrolina, no Estado de Pernambuco. O clube participou a primeira vez da primeira divisão em 2002. O seu principal rival é o 1º de Maio Esporte Clube da mesma cidade.
Ypiranga
História:
A Sociedade Esportiva Ypiranga Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol profissional, da cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco. Tem como símbolo uma máquina de costura, referência ao polo têxtil da cidade.
O Ypiranga foi fundado em 03 de julho de 1938, por famílias tradicionais da cidade de Santa Cruz do Capibaribe, seu primeiro presidente foi o Padre José Aragão Araújo, ou Padre Zuzinha, como era mais conhecido.
O Ypiranga foi um clube amador até o ano de 1993, quando se profissionalizou junto à CBF. Em 1994 o Ypiranga conquistou a 1ª Edição da Copa PE, seguido do título da Copa dos Clubes Profissionais do Interior daquele mesmo ano, título que deu condição de disputar o Campeonato Estadual da Primeira Divisão daquele mesmo ano.
Em 1997 o Ypiranga foi rebeixado da elite do futebol estadual, retornando à elite sete anos mais tarde, mais exatamente no dia 15 de julho de 2004, ao vencer a Desportiva Vitória, hoje, Acadêmica Vitória, por 3 x 2 no Limeirão.
Desde 2005 o Ypiranga disputa o Campeonato Pernambucano da Série A1, tendo ficado em 8º lugar em 2005, 3º lugar em 2006 (vice-campeão do primeiro turno), 7º lugar em 2007, 4º lugar em 2008, 6º lugar em 2009 e rumo a mais um campeonato em 2010, onde montou um forte plantel e é apontado como um dos favoritos as primeiras colocações no campeonato estadual, ou mesmo ao título do recém lançado "Título do Interior", que terá sua estreia em 2010.
Sport
História:
Guilherme de Aquino Fonseca, fundador do Sport Club do Recife, era integrante de uma rica família pernambucana. Seu pai, João d'Aquino Fonseca e sua mãe Maria Eugênia Regadas Aquino Fonseca era exigente quanto a conduta e caráter dos filhos, então, mandou Guilherme à Inglaterra para realizar seus estudos. Ele estudou na Universidade de Cambridge onde se formou engenheiro. Quando da Europa voltou, no ano de 1903, trouxe, além de sua formação, a paixão pelo futebol que era, àquela época, um esporte de elites.
A partir dos primeiros contatos com a bola, o jovem recifense começou a sonhar alto. Ao voltar, prometia a ele mesmo, que fundaria um clube de futebol, que mais tarde, viria a ser o Sport, e, com a habilidade latina, seria possível jogar melhor que os ingleses. Em breve, também poderiam existir vários outros clubes, e o futebol ganharia popularidade rapidamente, pensava Guilherme, que, com seu próprio dinheiro, comprou bolas, apitos e todo tipo de material necessário para a prática do esporte.
Em 13 de maio de 1905, ao meio-dia, no salão da Associação dos Empregados do Comércio do Recife, era fundado o Sport Club do Recife. Junto com o clube, nascia também o futebol pernambucano, já que não há registros de qualquer time de futebol no estado antes da fundação do Leão da Ilha.
Dias depois da fundação, mais precisamente em 28 de maio, foi formada a primeira diretoria do Sport, com a seguinte formação:
Na Universidade de Cambridge, Guilherme de Aquino conheceu o futebol e o levou ao Recife.
Presidente - Elysio Alberto Silveira, Vice-presidente - Boaventura Alves Pinho, 1º Secretário - Mário Sette, 2º Secretário - Frederico Rúfilo de Oliveira, Tesoureiro - Oscar Torres, Procurador - Alberto Amorim, Diretor de Esportes Terrestres - Guilherme de Aquino Fonseca, Diretor de Esportes Marítimos - Paulino de Miranda, Diretor da Tuna Musical - Carlos Meneses.
Guilherme de Aquino Fonseca, deixou o seguinte depoimento sobre o processo de fundação do Sport Club do Recife:
Nessa época, eu havia instalado um estabelecimento de modas, para ambos os sexos, com o maior luxo da cidade, denominado de Casa Metrópole e situado na antiga Rua Nova. Ali reuniam-se os grupos que discutiam a organização de um clube, tornando-se o ponto predileto dos portmen, como bem diz o Mário Sette, nosso primeiro secretário, no seu livro Maxambombas e Maracatus. Era o viveiro das ideias esportivas. Foi, afinal, o Sport Club do Recife, o nosso grande baluarte, organizado e, podemos dizer, fundado nesse estabelecimento comercial que, produzindo esse acontecimento, terminou sendo fechado, por isso que, moço como era (20 anos), tendo uma criação fidalga, a desconhecer o valor do dinheiro, deixei de ter as necessárias cautelas financeiras, desviando os meus cuidados e as minhas atenções da parte comercial para me entregar de corpo e alma ano nosso clube. Não seria lógico e decente a fundação de uma agremiação esportiva nos fundos de uma loja, pelo que obtivemos a gentil e generosa aquiescência do presidente da Associação dos Empregados do Recife, a fim de que os seus salões e dependências fossem abertas para honrar a primeira assembleia de instalação e fundação do Sport Club do Recife (sem o "do").
América
História:
O América foi fundado em 12 de abril de 1914 com o nome de João de Barros Futebol Clube, por ter surgido numa casa situada na avenida do mesmo nome. Quase foi o primeiro pentacampeão do futebol pernambucano.
Em 22 de agosto de 1915 passou a ter a denominação atual a pedido do desportista Belfort Duarte, ligado ao América do Rio de Janeiro, que viera ao Recife buscar apoio para a fundação da Federação Nacional de Esportes, antecessora da antiga CBD.
Em visita a Pernambuco em agosto de 1915, Belfort Duarte, um dos símbolos do futebol brasileiro, recebeu uma homenagem do JBFC. Na noite de 22 de agosto, Belfort Duarte foi distinguido como capitão honorário do clube e mudou o nome do clube para América Futebol Clube, em homenagem ao seu clube de coração: o América Football Club do Rio de Janeiro.

Comunico-vos que em Assembléia Geral do João de Barros Futebol Clube, reunida no dia 22 de agosto de 1915 deliberou a mudança de nome daquela sociedade que ficou denominada "América Futebol Clube", convicto que esta deliberação em nada mudará as atenções dispensadas ao nosso antigo JBFC e espero a continuação das mesmas ao América Futebol Clube.
Carta de Belfort Duarte enviada a imprensa.
Santa Cruz
O Santa, como é chamado, ostenta entre as suas principais conquistas, 24 títulos estaduais e também o prêmio de Fita Azul do Brasil em 1980, já tendo sido semifinalista do Campeonato Brasileiro na década de 1970, sua fase áurea. Também é conhecido por ser proprietário do segundo maior estádio particular do Brasil, o Arruda, palco de diversas partidas da seleção brasileira. Possui rivais históricos, dentre eles, o Sport a qual protagoniza o Clássico das Multidões, o Clássico das Emoções contra o Náutico, e o Clássico da Amizade com outro rival, o América.
A pesquisa LANCE IBOPE 2010, identificou o Santa Cruz como tendo cerca de 1.200.000 torcedores, em sua grande maioria localizados em Pernambuco, e embora concentrados nas faixas populares, com boa presença também entre os mais ricos. [1]
Foi criado por um grupo de 11 meninos do Recife. A idéia do nome "Santa Cruz" adveio em razão ao pátio da Igreja de Santa Cruz, onde, este grupo de jovens, com idades entre 14 e 16 anos, costumava jogar futebol, afinal, naquela época não existiam campos.
Os fundadores do clube reuniram-se na Rua da Mangueira n° 2, distrito da Boa Vista, por volta das 19 horas. Estiveram presente os senhores Quintino Miranda Paes Barreto, José Luiz Vieira, José Glacério Bonfim, Abelardo Costa, Augusto Flankin Ramos, Orlando Elias dos Santos, Alexandre Carvalho, Oswaldo dos Santos Ramos, Luiz de Gonzaga Barbalho Uchôa Dornelas Câmara.
A primeira diretoria do Santa Cruz ficou assim estabelecida:
Presidente: José Luís Vieira
Vice-presidente: Quintino Miranda Paes Barreto
Primeiro secretário: Luís de Gonzaga Barbalho
Diretor de Esportes: Orlando Elias dos Santos
Na reunião, definiu-se o nome da nova agremiação como sendo "Santa Cruz Foot-Ball Club". As cores escolhidas foram o branco e preto. Posteriormente, porém, devido a igualdade de cores com o Flamengo local, o Santa adotou o vermelho, tornando-se tricolor.

O primeiro adversário do Santa Cruz foi o Rio Negro, na campina do Derby, onde foi atraído um bom público para ver jogar o "time dos meninos". O time, apesar de acostumado a jogar somente nas ruas, não estranhou o campo e conseguiu uma facil vitória pelo placar de 7 a 0. A equipe era formada por: Waldemar Monteiro; Abelardo Costa e Humberto Barreto; Raimundo Diniz, Osvaldo Ramos e José Bonfim; Quintino Miranda, Sílvio Machado, José Vieira, Augusto Ramos e Osvaldo Ferreira.
O Rio Negro, não conformado com a goleada sofrida, pediu revanche, chamando o jogo para o seu campo, localizado na Rua São Borja, impondo ainda uma condição: o centroavante Sílvio Machado, do Santa Cruz, não poderia atuar, porque tinha sido o melhor jogador em campo na primeira partida, tendo marcado 5 dos 7 gols do Santa Cruz. O time tricolor aceitou a condição e escalou Carlindo para substituir o seu artilheiro. Ao final do jogo, o placar apontava 9 a 0 para o Santa Cruz, tendo Carlindo assinalado seis gols.
Treinando sempre com a bola que José Luis Vieira ajudou a comprar por 8.500 réis, o Santa viria depois a conquistar mais uma sensacional vitória sobre um time famoso da cidade, na época: o Western Telegraph Company, composto exclusivamente por elementos ingleses que trabalhavam no Recife.
Como não podia ser diferente, o Santa Cruz passou por momentos de crises e, em um desses momentos, mais precisamente em 1914, foi proposto por um dos fundadores em uma reunião, o gasto dos únicos seis mil réis existentes em caixa na compra de uma máquina elétrica de fazer caldo de cana (o que era sucesso na época, na Rua da Aurora). Foi quando Alexandre de Carvalho deu um murro em cima da mesa, evitando com esse gesto de revolta o fechamento do clube.
Como foi fundado por representantes da classe média, o Santa Cruz sempre foi um clube popular, aceitando inclusive negros no time (o primeiro foi Teófilo Batista de Carvalho, conhecido popularmente por Lacraia), coisa rara nesta época. Era mais um passo para a popularização do clube, numa época em que o futebol ainda era um esporte fechado, praticado por rapazes da elite ou por funcionários das várias companhias inglesas que funcionavam na cidade do Recife.
Logo, os torcedores pernambucanos tomaram conhecimento das façanhas de Pitota e Tiano (o médico Martiniano Fernandes), que em dado momento tornou-se para os recifenses, mais importante do que Santos Dumont, o pai da aviação. No dia 30 de janeiro de 1919, Dumont transitava pela capital pernambucana, mas a cidade só comentava sobre a vitória tricolor sobre o Botafogo – a primeira de um time do Nordeste sobre uma equipe do Rio de Janeiro – por 3 a 2. Tiano marcou dois gols e o "Jornal Pequeno", da segunda-feira, 31, dizia: "O Botafogo Futebol Clube é derrotado pelos "meninos" cá de casa pelo escore de 3 a 2".
O clube entrou na Liga em 1917 e chegou às finais, mas perdeu para o Flamengo-PE. Em 1931, mais precisamente a 13 de dezembro, o Santa fazia seu pavilhão espraiar-se por todo Pernambuco, quando, depois de uma bela campanha, derrotava o Torre por 2 a 0, gols de Valfrido e Estêvão e sagrava-se campeão estadual pela primeira vez. Entre os campeões, duas figuras lendárias no futebol pernambucano: o centroavante Tará e Sherlock. Os heróis do primeiro título do Santa foram: Dada, Sherlock e Fernando; Doía, Julinho e Zezé; Walfrido, Aluízio, Neves, Tara, Lauro e Estevão, João Martins e Popó. Este time conseguiu também o título de 1935.
Em 1943, o dirigente Aristófanes de Andrade conseguiu alugar um terreno próximo às ruas Beberibe e das Moças, onde muitos anos depois, seria instalado o Estádio José do Rego Maciel, o Arruda. Na década de 1940, a equipe levantou três títulos (1940, 1946 e 1947), antes de passar dez anos em jejum.
No dia 16 de março de 1958, em uma tarde ensolarada de domingo, o Santa entrava em campo para pôr fim no incômodo jejum de 10 anos sem a conquista estadual. O título valia pelo Campeonato Pernambucano de 1957 e seria decidido contra o Sport. O Santa Cruz entrou em campo com a seguinte escalação: Aníbal; Diogo e Sidney; Zequinha, Aldemar e Edinho; Lanzoninho, Rudimar, Faustino, Mituca e Jorginho. O técnico era Alfredo González. O Sport estava formado por: Manga; Bria e Osmar; Zé Maria, Mirim e Pinheirense; Roque, Traçaia, Liminha, Carlos Alberto e Geo.
A decisão foi disputada em solo inimigo, na Ilha do Retiro, pois o Sport venceu no sorteio. Caso tivesse sido vencedor, o Santa mandaria a partida nos Aflitos, estádio do Náutico, pois o Tricolor ainda não possuía estádio próprio na época.
A arbitragem da partida foi composta pelo uruguaio Estéban Marino, que foi auxiliado pelos bandeirinhas Amílcar Ferreira (carioca) e José Peixoto nova. Para o confronto, um público de 29.051 torcedores (para uma renda de 1.062.162 cruzeiros) animavam o espetáculo. No centro do gramado, o árbitro conversava com os capitães Aldemar e Mirim.
Naquele ano, o Santa Cruz já havia conquistado os títulos de juvenis e aspirantes. Faltava o de profissionais, almejado durante uma longa década. E ele começou a surgir logo ao 4 minutos de jogo, com um gol de cabeça de Rudimar, após cobrança de escanteio de Faustino. A festa da torcida do Santa aumentou quando, aos 18 minutos, Lanonzinho penetra na área adversária e é abruptamente impedido por Osmar. Pênalti, que Aldemar converte. Banderinhas se agitavam na torcida do Santa, enquanto a torcida do Sport passou a vaiar seu técnico, o argentino Dante Bianchi.
Só dava Santa. Logo aos dois minutos do segundo tempo, outro gol tricolor: o então jovem goleiro Manga solta a bola nos pés de Mituca, que apenas tem o trabalho de empurrá-la para as redes. O Sport descontou aos 22 minutos, com Carlos Alberto. A reação rubro-negra continuou com o segundo gol, marcado por Zé Maria com um chute de fora da área. Porem paraou por aí. O placar de 3 a 2 deu o título ao Santa Cruz, que pôde, enfim, comemorar um título de Campeão de Pernambuco após uma década de espera.
Nos anos que seguiram, por volta da década de 1970, o Santa Cruz adotou uma forma de administrar bastante democrática, sob a forma de colegiado. Durante esses anos, o Santa Cruz foi o time Pernambucano a conquistar o maior número de títulos estaduais, e vencendo o Torneio Norte-Nordeste de 1967 (inclusive goleando o Remo do Pará por impiedosos 9 a 0) e constituindo-se numa das maiores expressões do futebol nordestino da época.
Mais uma vez, o clube passaria nove anos esperando antes de comemorar. Em 1969 os tricolores quebram o jejum e dão início ao Pentacampeonato do estado, maior série do clube até hoje.
Na década de 1970, a torcida tricolor teve mais um motivo para comemorar: a inauguração do Arruda. O estádio, cujo terreno havia sido posto a venda em 1952 pelo proprietário do terreno, recebeu o nome de José do Rego Maciel, por ter sido este o prefeito na época em que o Santa recebeu da prefeitura a posse definitiva do terreno, em 1954. Somente em 1965, com a venda de cadeiras cativas e títulos patrimoniais é que o Tricolor começou a construir seu estádio.
A partida inaugural do Arruda ocorreu no dia 4 de julho de 1972. O jogo comemorativo foi contra o Flamengo do Rio de Janeiro, e o Santa entrou em campo com a seguinte escalação: Detinho; Ferreira, Sapatão, Rivaldo e Cabral (Botinha); Erb e Luciano; Cuíca (Beto), Fernando Santana (Zito), Rámon e Betinho. O Flamengo esteve formado por: Renato; Moreira, Chiquinho, Tinho e Wanderlei; Zanata e Zé Mário (Liminha); Vicente (Dionísio), Caio (Ademir), Doval (Fio) e Arilson. A partida terminou com um empate sem gols. A renda foi de CR$ 193.834,00, com um público total de 47.688 pagantes.
Em 1975, os tricolores fazem uma campanha brilhante no Campeonato Brasileiro e chegam às semifinais, após vencer o Palmeiras (à época conhecido como "Academia") por 3 a 2 dentro do Parque Antárctica nas oitavas-de-final, e o Flamengo em pleno Maracanã, de virada, por 3 a 1, nas quartas-de-final, vindo a perder a vaga para o Cruzeiro, em jogo marcado por uma controvertida arbitragem de Armando Marques, que, entre outras, deixou de assinalar um pênalti claro em favor do time Tricolor e validou um gol irregular dos mineiros, dando a estes a classificação para a final da competição.
Caso tivesse obtido a vaga para a final, o Santa Cruz decidiria o Campeonato Brasileiro em Recife, já que havia realizado a melhor campanha entre os finalistas, ratificando a sua condição de um dos grandes times do Brasil na época, assim como o Internacional, o Fluminense e o Cruzeiro, que disputaram as primeiras colocações neste ano.
Em 1976, aparece no time o centroavante Nunes e o Santa levanta o Campeonato Pernambucano (Bi Super-Campeão). No Campeonato Brasileiro o Santa Cruz chega em décimo-primeiro lugar, entre 54 concorrentes. No ano de 1977 seria o décimo colorado e em 1978, o quinto, o que mostra a força do Santa Cruz nas edições nacional dos anos 1970. Ainda na década, o Santa sagra-se Bicampeão Pernambucano em 1978 e 1979, colecionando 7 títulos estaduais entre 1970 e 1979.
Em 1980, o Santa conquistou o título de Fita Azul do Brasil, que foi dado pela CBF ao Santa Cruz por ter feito uma excursão no exterior sem perder nenhuma partida. A excursão aconteceu durante o mês de março e o time tricolor enfrentou adversários do Oriente Médio (Seleções de diversos países como Kuait, Catar, Arábia) e da Europa (Paris Saint-Germain e Seleção da Romênia).

Estádio do Arruda.
Nos anos 1980 os tricolores foram campeões da década, levantando o Campeonato Pernambucano por quatro vezes, em 1983 (Tri Supercampeonato), em 1986, em 1987 e em 1990, último ano desta década.
No dia 1 de abril de 1982, o Estádio do Arruda teve sua ampliação finalizada, podendo receber até 80.000 pessoas. Seu maior público foi no seu torneio de inauguração quando o estádio recebeu incríveis 76.636 pagantes. Posteriormente, em função dos novos parâmetros de conforto e segurança estabelecidos pela FIFA, o Arruda viu a sua capacidade diminuida para cerca de 60.000 pessoas.
Nos anos 1990, o Santa conquistou dois títulos estaduais, em 1993 e 1995, ambos diante do Náutico. Já em 1999 a torcida coral pode comemorar o retorno, após onze anos, à Série A do Brasileirão, quando, o Santa foi Vice-campeão da Segundona.
Em 2003 o Santa Cruz fez uma excursão pela Ásia onde participou do Torneio Vinausteel, no Vietnã e sagrou-se campeão invicto. O time tricolor jogou cinco partidas, empatou uma e ganhou as outras quatro. Teve o melhor ataque, a melhor defesa, o maior saldo de gols, o artilheiro da competição e o melhor jogador.
Já em 2005, o time Coral liderou a Série B desde o início do certame, classificando-se para a 2ª fase e novamente ficando em primeiro lugar. Na última fase, o time sagrou-se Vice-campeão da competição, obtendo acesso de volta à Série A do futebol brasileiro novamente.
O ano de 2006 assistiu ao nascimento da Associação dos Torcedores e Amigos do Santa Cruz (ATASC), criada com o objetivo de apoiar o clube financeiramente e investir na área patrimonial, a fim de colaborar com a construção de um Santa Cruz cada vez maior.
Após perder a emocionante final do Campeonato Pernambucano de 2006 para o Sport, o Santa começou a experimentar uma crise que parece não ter volta. Após uma desastrosa campanha no Campeonato Brasileiro 2006, sendo último colocado na maioria das rodadas, terminou rebaixado para a Série B novamente.
Cansados da série de gestões consideradas como medíocres para o clube, os tricolores votaram em massa no então vice-presidente licenciado do clube, Edson Nogueira, garantindo a primeira vitória de uma chapa de oposição na história do clube. Entretanto, a situação só piorou. Em 2007 as coisas pioraram mais ainda. O time foi mal no Campeonato Pernambucano de 2007 com uma fraca 6ª colocação e foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil para o Ulbra-RO, perdendo inclusive no Estádio do Arruda. Na Série B de 2007, o clube realizou uma campanha também fraca que o tragou para o segundo rebaixamento seguido, dessa vez para a Terceira Divisão do Brasileiro de 2008, descenso que foi sacramentado com uma derrota de 2 a 0 para o Criciúma, em Santa Catarina.
Em 2008, o clube ainda tentou se reorganizar para voltar a brilhar, mas ainda não alcançou um bom planejamento. Novamente foi vítima de vários reveses, como a eliminação da Copa do Brasil de novo na primeira fase, a disputa do Hexagonal da Morte do Campeonato Pernambucano, que teve que disputar para se livrar do rebaixamento estadual e a perda de seus melhores jogadores, como Carlinhos Paraíba e Thiago Capixaba. Teve uma campanha abaixo da média na Série C, classificando-se quase que por sorte para a segunda fase. Em 24 de agosto, empatou para o Campinense quando deveria ter vencido e amargou estar "pendurado no precipício", precisando de uma combinação difícil de resultados para escapar do terceiro rebaixamento nacional consecutivo. Porém as chances extremamente remotas de não-rebaixamento foram definitivamente enterradas com a vitória de 5 a 1 do Caxias sobre o Brasil de Pelotas, que preencheu a última vaga dos times desclassificados da segunda fase da Série C e matematicamente rebaixou o Tricolor.
O Santa Cruz conseguiu, portanto, um feito inédito na história do futebol brasileiro: ser rebaixado por três anos consecutivos. O time pernambucano, que estava na Primeira Divisão em 2006, jogou a Segundona em 2007 e a Terceirona em 2008. Com uma campanha ruim, não conseguiu ficar entre os 20 que disputarão a reformulada Série C de 2009.
"Fica ao torcedor do Santa, a esperança de que dias melhores virão!"
Algumas semanas depois do último jogo do time na Série C, um consenso entre as maiores autoridades do clube levou à nomeação de Fernando Bezerra Coelho como candidato único à presidência do biênio 2009-2010. Nos dias subsequentes à sua eleição, várias empresas manifestaram disposição de patrocinar a reestruturação do Santa Cruz. Dentre as medidas estão: Criação de um fundo de Investimento (Santa Cruz S.A) onde a previsão é de 1,5 Milhões mensais; Reestruturação do Arruda, onde todo o gramado foi trocado através da Green Life (Empresa que colocou o gramado no Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), além de todos os banheiros (Pamesa) e instalações elétricas (Philips) que foram reformados. Outra mudança foi o novo visual do estádio com nova pintura que lembra as escamas de uma cobra. Foi adquirido, também, o "Expresso Coral" (apelido escolhido pelos torcedores para o ônibus de luxo incorporado ao patrimônio do clube). Com a intenção de aproximar mais do seu clube o torcedor coral, foi realizada uma votação através de SMS, para o Torcedor Coral escolher o novo padrão de jogo. Como também, será criada uma nova campanha de sócios, que antes mesmo de ser lançada, atingiu a marca histórica de quase 300% em um único mês, em relação à gestão anterior.
O Santa Cruz disputou em 2009 a recém-criada Série D e foi eliminado na 1ª fase. O clube classificou-se novamente para a Série D pela sua colocação no Campeonato Pernambucano de 2010.
Porto
Historia:
O Porto foi fundado em 30 de julho de 1993, por moradores da Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto (idealizado por José Militão de Oliveira, mais conhecido como Zé do Guarda), em Caruaru.
Inicialmente batizado com o nome de Futebol Clube do Porto, com o intuito de participar das competições amadoras da Liga Desportiva Caruaruense, disputou seu primeiro jogo oficial em 1994, no segunda divisão do pernambucano: Porto 6x0 no Ferroviário do Recife. O clube se profissionalizou em 8 de março de 1994 com o nome que tem hoje.
Primeira formação profissional.
Logo nos dois primeiros anos da sua profissionalização vieram as primeiras conquistas, bicampeão do Interior, vice-campeão pernambucano em 1997 e 1998. Em 1999 participou do Campeonato Pernambucano, Copa do Brasil e Copa do Nordeste.
Presidente: José Porfirio
Treinador: Charles Muniz
Central
Historia:
Fundado em 15 de junho de 1919, a uma da tarde, na Sociedade Musical Comercial Caruaruense, tendo como representante o Sr. Francisco Porto de Oliveira. Recebeu esse nome em homenagem à Estrada de Ferro Central, que passava por Caruaru e unia o Litoral ao Sertão.
No início o time só disputava ligas regionais, mesmo assim revelou grandes jogadores como Machadinho, Zuza, Teonilo, Pedro, Rochura, Joaquim, Alemão e Tutu. Em 1936 o Vasco da Gama foi a capital do Agreste para um amistoso. O time cruzmaltino suou para conseguir vencer a patativa por 1 a 0. Os centralinos ainda conseguiram empatar, través de Tutu, mas o árbitro anulou o gol.
Um ano mais tarde, o Central finalmente era incluído entre os grandes do futebol pernambucano e começou a disputar o campeonato estadual. Em 1937, pela primeira vez o Central foi disputar o Campeonato Pernambucano. O sonho durou pouco, pois no mesmo ano a diretoria ficou irritada com as arbitragens e retirou a equipe do torneio. O Central filiou-se à Liga Esportiva Caruaruense e conseguiu faturar os títulos de 1942, 1945, 1948, 1951/52, 1954, 1958. Em 1951, a Patativa conseguiu um feito histórico, vencendo o Jocaru por 23 a 0, o meia Milton foi o artilheiro do jogo com 11 gols. Em 1980, as obras no estádio Pedro Victor de Albuquerque foram concluídas. O jogo inaugural foi marcado no dia 19 de outubro do mesmo ano, o Central venceu a Seleção da Nigéria de Futebol por 3x1. Gil Mineiro, jogador do Central Sport Club marcou o 1º gol.
O alvinegro do Agreste só voltou a disputar o campeonato pernambuco da primeira divisão em 1961, depois de muito esforço do então presidente da Liga Desportiva Caruarense, Gercino Pereira Tabosa e do presidente da FPF, Rubem Moreira da Silva. Rapidamente o time se transformou na quarta força do futebol pernambucano. Nos anos 1970 e 80 o Central passou a disputar o Campeonato Brasileiro, levando grandes equipes ao Pedro Victor. No dia 22 de outubro de 1986 ocorreu o maior recorde de público da história de Caruaru, 24.450 pessoas foram assistir a vitória do Central por 2x1 contra o Flamengo no Campeonato Brasileiro do mesmo ano.
O Central hoje é considerada a 4ª maior força do futebol pernambucano, com uma trajetória de 90 anos o clube possui um estádio invejável, sendo o maior do interior do Nordeste, considerando um time de torcida de massa, e tradição, que vem conquistando cada dia mais novos apaixonados pelas listras alvinegras da patativa.
Vitória
Aos 06 (seis) dias do mês de maio de 2008 anos do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo e data em que se completam 165 anos de elevação à categoria de cidade, fundada em 1623 pelo português oriundo da Ilha do Cabo Verde, Diogo de Braga, que em 03 de Agosto de 1645 fez surgir o Sentimento Nativista do povo brasileiro, na histórica Batalha de Tabocas, onde nasceu o exército brasileiro, pois, pela primeira vez em solo brasileiro Negros, brancos Índios, céu e terra se uniram para gerar a Nação, foram com estas palavras que às 20h00min horas, na Rua do Estudante, 112, Bairro Universitário, neste Município da Vitória de Santo Antão, Estado de Pernambuco, um grande grupo de pessoas atendem ao convite do Sr. Paulo Roberto, foram recebidas, e reuniram-se em Assembléia Geral para fundar um Clube de Futebol que viesse representar a Terra de TABOCAS.
O nome escolhido para o Clube foi: Associação Acadêmica e Desportiva Vitória das Tabocas, por incorporar o sentimento, educativo, esportivo e coletivo que urge no seio do povo Vitoriense, e que a partir desta data sua sigla será A.A.D.V.T, representada socialmente pelo nome VITÓRIA.
Com relação às cores, a Assembléia resolveu: serão o Azul do céu, o Grená do sangue dos guerreiros das Tabocas, e o Branco da paz, em seu escudo constará o Amarelo do Sol e o Verde dos Tabocais, os quais representarão os seus símbolos no Pavilhão no seu escudo e em seu Hino, neles constarão a simbologia do Monte e dos Leões das Tabocas, do Sol, do Globo, da Cruz de Malta e das Armas com a inscrição de autoria de Paulo Roberto, ”Em Tabocas Nasceu o Sentimento Nativista”. Assim nasce o VITÓRIA DAS TABOCAS, para preservar o passado, honrar o presente e gerar o futuro do povo Vitoriense, especialmente nas áreas desportiva e cultural com muita paz, amor e sobretudo fé em Deus. Com o Grito de Vitória, Vitória, Vitória, a Assembléia saudou a Fundação do VITORIA. Neste momento todos deram as mãos e unidos rezaram o Pai e Nosso e a Ave Maria.
HISTÓRIA DA VITÓRIA
Em 1626, o português Antonio Diogo de Braga, vindo da Ilha de Santo Antão do Cabo Verde, Portugal, fixou residência com seus parentes e edificou uma capela em homenagem a Santo Antão da Mata. Vitória de Santo Antão evoluiu sucessivamente da condição de povoação a freguesia, passando posteriormente à categoria de vila pelo alvará Régio de 27 de Julho de 1811, assinado pelo então Príncipe Regente D. João, sendo oficialmente instalada em 28 de maio de 1812. Do seu território, faziam parte as freguesias de Bezerros e Santo Antão, abrangendo uma grande extensão de terra, "correspondendo, hoje, às áreas ocupadas pelos municípios de Vitória de Santo Antão, Pombos, Chã Grande, Gravatá, Bezerros, Caruaru, Bonito, São Caetano, Sairé, Camocim de São Félix, São Joaquim, Barra de Guabiraba, Riacho das Almas e Cortês". Pela Lei Provincial Nº113 de 06 de maio de 1843, sancionada pelo Barão da Boa Vista, então Presidente da República, foi elevada à categoria de Cidade, tendo seu nome mudado para Cidade da Vitória, em homenagem à Batalha ganha pelos Pernambucanos sobre os Holandeses no Monte das Tabocas. Este nome, porém, não permaneceu devido à existência de um Decreto-Lei que proibia a existência de duplicatas na toponímia nacional. Após muita discussão, foi definitivamente aceito e reconhecido o nome da Vitória de Santo Antão, em 31 de dezembro de 1943, pelo Decreto-Lei estadual nº952, para município, comarca, termo e distrito.Sitio Histórico Monte das Tabocas
O Monte das Tabocas é uma área de aproximadamente 11 hectares, onde em 3 de agosto de 1645 foi palco de celebre batalha entre os luso-brasileiros e os holandeses os luso-brasileiros escusaram os holandeses do local. Os primeiros liderados por Antonio Dias Cardoso e João Fernandes Vieira entrincheirados nas partes altas e protegidos pelos tabocais, derrotaram os flamengos.
Cumprindo a promessa feita por Fernandes Vieira, foi inaugurado no dia 3 de agosto de 1945, dia do tricentenário da batalha das Tabocas, a Capela de Nossa Senhora de Nazaré, construída com pedras do local.
Em 9 de novembro de 1978, foi assinada uma escritura de desapropriação de parte da área que circunda o espigão principal. Na época da batalha a vegetação era composta por imensos bambuzais, sinônimo de tabocais, daí o lugar chamar-se Monte das Tabocas. Outra riqueza no Local era Pau-Brasil. Em 11 de março de 1986 o Governo estadual homologou o tombamento do sítio histórico.
Araripina
O Araripina Futebol Clube é um clube de futebol brasileiro do município de Araripina, Pernambuco. Permanece na serie A com a 9ª colocação do Campeonato Pernambucano de 2010 e se garante na elite em 2011.
Presidente: Valmy Bezerra
Treinador: Júnior Caruaru
Cabense
A Associação Desportiva Cabense é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. Tem como símbolo o pássaro azulão. Foi fundada em 26 de Novembro de 1995. Antes se chamava Destilaria Esporte Clube, mudou de nome em 1995. Participou pela primeira vez do Campeonato Pernambucano da primeira divisão em 1996.
Presidente Laelcio Cunha
Treinador Paulo Junior
Salgueiro
Historia:
O clube foi fundado em 23 de março de 1972 com o nome de Atlético de Salgueiro. O time era apenas amador e seu maior rival era o Comercial de Serra Talhada. No ano de sua fundação, o Atlético de Salgueiro fez uma das mais importantes partidas da sua história contra o Fluminense/RJ, em uma partida amistosa no Estádio Cornélio de Barros. Na ocasião, o Fluminense venceu por 3x0.
O time acabou fechando as portas, mesmo sendo amador, no final da década de 1970, só retornando aos gramados 25 anos depois.
Em 2005, veio a profissionalização. O time e ficou em 3º lugar no Campeonato Pernambucano da série A2 e subiu para a 1ª divisão do futebol pernambucano. Nesse mesmo ano, conquistou os títulos da Copa PE e Copa Integração.
Em 2006, ano da sua primeira participação no Campeonato pernambucano da 1ª divisão, o time não resistiu e acabou sendo rebaixado.
Em 2007, o Salgueiro deu a volta por cima e conquistou o título do Campeonato Pernambucano da série A2, sendo que na semifinal obteve um empate emocionante no clássico contra o Petrolina em 3x3, onde o gol do acesso do carcará saiu aos 47 do segundo tempo e assim, retornando à primeirona.
Em 2008, o time fez uma brilhante participação no Pernambucano, terminando em 4º lugar, e garantindo uma vaga na Campeonato Brasileiro da Série C. Em sua primeira participação em competições nacionais, terminou em 14º lugar e garantiu a sua vaga na Série C em 2009.
Em 2009, o clube repete a boa campanha no Pernambucano, terminando na 4ª colocação. Na Série C 2009, o clube terminou em 10º lugar. O dia 26/04/2009 ficou marcado como uma das datas mais tristes do Salgueiro Atlético Clube que foi a morte do zagueiro Alisson em um acidente automobilístico. Alisson surgiu junto com o clube, tendo atuado na equipe salgueirense de 2005 a 2009.
Em 2010, no dia 17 de outubro de 2010, uma data histórica para o clube do sertão pernambucano, o Salgueiro conquistou o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro, após vencer o Paysandu de virada pelo placar de 3x2, fora de casa, no estádio do Curuzu lotado. O placar anterior em Salgueiro havia sido de 1x1. Com este feito, foi chamado da 3ª força de Pernambuco, atrás do Náutico e do Sport, já que o Santa Cruz amargava a 4ª Divisão.
Presidente: Zé Guilherme
Treinador: Cícero Monteiro
Náutico.
Historia:
O clube tem sede na cidade do Recife. Apesar de a data oficial de fundação ser 7 de abril de 1901, já se falava no Clube Náutico Capibaribe desde o século anterior, quando dois grupos rivais de remadores recifenses se uniram.
No início de tudo, em 1897, um grupo de rapazes amantes do remo, comandados por João Victor da Cruz Alfarra, alugava barcos da antiga Lingueta, saindo em pequenas excursões até a antiga Casa de Banhos do Pina. Essas viagens alcançavam até o bairro de Apipucos.
Quando, depois de terminada a revolta dos Canudos, os recifenses preparavam-se para receber as tropas pernambucanas comandadas pelo general Artur Costa, uma vasta programação foi preparada para a recepção aos soldados. João Alfarra e alguns dos seus companheiros de proeza pelo Capibaribe foram encarregados de preparar a parte náutica da recepção, e ficou marcada uma grande regata para o dia 21 de novembro de 1897. Essa competição despertou o interesse dos recifenses, que sentiram a necessidade de fazer outras promoções do gênero. O remo começou a ganhar novos adeptos e, no ano seguinte, empregados dos armazéns das ruas Duque de Caxias e Rangel formaram uma agremiação, à qual deram o nome de Clube dos Pimpões. Os componentes do outro grupo, o que tinha brilhado na regata da recepção às tropas de Canudos, animaram-se e houve uma série de combates entre as duas turmas, em 1898, na Casa de Banhos.
No final de 1898, ficou acordada a fundação de uma outra sociedade, que congregaria os dois grupos antes mencionados: o Clube Náutico Capibaribe. Em fins de 1899, por decisão dos seus dirigentes, o clube passou por um processo de reorganização, mas manteve a fidelidade aos esportes náuticos. Nessa ocasião, seu nome foi mudado para Recreio Fluvial. Mas a nova denominação não foi do agrado de todos, resultando que, no início de 1901, foi restaurado o nome anterior – Clube Náutico Capibaribe. E, em 7 de abril de 1901, João Alfarra convocou todos os ligados ao remo para uma solenidade na qual seria lavrada e registrada a primeira ata da agremiação, data que ficou reconhecida oficialmente como a fundação do clube. O documento histórico recebeu a assinatura de todos os presentes - de Antônio Dias Ferreira, presidente da reunião, de Piragibe Haghissé, secretário, e de João Victor da Cruz Alfarra, líder do grupo e pai da ideia.
As primeiras cores adotadas pelo clube foram o azul e o branco.[2]
Diretoria Executiva - Biênio 2010/2011:
Presidente do Conselho Deliberativo:
André Wilson de Queiroz Campos
Vice-Presidente do Conselho Deliberativo:
Sérgio Alencar de Aquino
Presidente Executivo:
Berillo Albuquerque Júnior
Vice-Presidente Executivo:
Paulo César de Almeida Wanderley
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